Rafael Fonteles coloca equilíbrio fiscal como prioridade para assegurar investimentos no Piauí
- Detalhes
- Categoria: Notícias
- Publicado: Quinta, 01 Outubro 2026 16:16
Plano de Governo prevê CAPAG mínima B e ações voltadas à eficiência dos gastos e ao fortalecimento da capacidade de investimento estadual.
Garantir a organização das contas públicas e manter uma boa capacidade de pagamento estão entre os objetivos do governador Rafael Fonteles (PT) para um eventual segundo mandato. Por meio do programa Equilíbrio para Investir, o Plano de Governo estabelece como meta manter o Piauí com CAPAG mínima B, classificação utilizada pelo Tesouro Nacional para analisar a situação fiscal dos estados com base em indicadores como endividamento, poupança corrente e liquidez.
O Piauí obteve, por três anos consecutivos, nota B+ na avaliação da Capacidade de Pagamento: em 2024, 2025 e 2026. O resultado demonstra uma situação fiscal controlada e reforça a proposta de manter uma gestão responsável das finanças estaduais, garantindo que os recursos públicos possam continuar sendo direcionados para ações em benefício da população.
Na avaliação de Rafael Fonteles, o equilíbrio das contas é um dos fatores que permitem ao Estado manter o ritmo de investimentos e ampliar políticas públicas em diferentes setores.
“Nosso compromisso é manter as contas organizadas e a capacidade de investimento do Estado. Responsabilidade fiscal é o que permite continuar fazendo obras, ampliando serviços e levando políticas públicas para quem mais precisa”, afirma o governador.
Entre as ações previstas pelo programa está o aperfeiçoamento da administração das despesas públicas. A proposta inclui a racionalização dos gastos, a revisão periódica das despesas e a adoção de medidas para tornar mais eficiente a aplicação dos recursos.
O Plano de Governo também estabelece medidas para ampliar a capacidade de investimento do Piauí. Entre elas estão o aprimoramento da gestão fiscal, a busca por novas fontes de recursos e o uso sustentável de operações de crédito.
Outra iniciativa prevista é a criação, na Lei Orçamentária Anual (LOA), de marcadores que permitam identificar os gastos vinculados às ações consideradas prioritárias pelo Estado.
O desempenho do programa será acompanhado por meio da relação entre despesas e receitas correntes, além do monitoramento da classificação da Capacidade de Pagamento.
A proposta é preservar o equilíbrio fiscal e, ao mesmo tempo, assegurar recursos para a continuidade dos investimentos estaduais em setores como infraestrutura, saúde, educação e segurança. A expectativa é que a manutenção dessa capacidade financeira contribua para ampliar e qualificar os serviços oferecidos à população.


