TJPI lança campanha de incentivo ao apadrinhamento de crianças e adolescentes

Com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre a importância do apadrinhamento de crianças e adolescentes acolhidos, a Coordenadoria Estadual Judiciária da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do Piauí (CEJIJ/TJPI) desenvolve a campanha “Partilhar – Apadrinhe e Transforme Histórias”. As ações serão realizadas entre outubro e dezembro de 2026, em instituições de acolhimento, com atividades voltadas à temática.

 

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O primeiro dia de ação ocorreu nesta sexta-feira (9), no Lar da Criança, instituição de acolhimento de crianças. A atividade faz parte da programação especial do mês de outubro, em alusão ao Dia das Crianças. A CEJIJ apoiou a iniciativa com a oferta de serviços de alimentação e auxiliou a equipe na entrega de brinquedos.

 

 

A campanha busca ampliar o conhecimento sobre a realidade vivenciada por crianças e adolescentes em acolhimento e destacar a importância da construção de vínculos afetivos, da convivência e do apoio por meio do apadrinhamento. A iniciativa é voltada a magistrados(as), servidores(as) do Judiciário e à comunidade externa.

 

 

 

O supervisor das Políticas Judiciárias para Infância e Juventude, desembargador Olímpio Galvão, destaca a importância de ampliar a conscientização sobre o apadrinhamento. “Apadrinhar fortalece vínculos, promove a convivência comunitária e contribui para a garantia do direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar. É uma forma de oferecer presença, afeto e apoio, respeitando as necessidades e a realidade de cada criança e adolescente”, afirmou.

 

 

 

O coordenador da Infância e Juventude do TJPI, juiz Caio Emanuel Severiano Santos e Sousa, destaca a importância de levar a campanha a diferentes instituições de acolhimento. “Realizar essas ações em diferentes espaços permite ampliar o alcance da iniciativa e proporcionar momentos de convivência, afeto e novas experiências a crianças e adolescentes com realidades distintas. É também uma oportunidade de aproximar a sociedade dessas instituições e mostrar que o apadrinhamento é uma forma de participação responsável, capaz de contribuir para a construção de vínculos significativos”, concluiu.